Cheguei no escritório cansado da caminhada. Desci do ônibus na Praça José de Alencar e vim a pé até a Praça dos Leões. Abri a porta, falei com Ariel (não sei se é gato ou gata, por isso o nome) e com Scot (o cachorro). Não precisei acender a luz pois o poste em frente a minha janela iluminava toda a sala, mesmo com a cortina de varetinhas chineza que coloquei. Ao fechar a porta deparei-me com um bilhete no chão. Alguém colocou por debaixo enquanto não estava. Desdobrei o papel para ler a mensagem. Talvez fosse mais um caso de investigação de adultério ou a procura de um ente querido ou apenas mais um fatídico homicídio não solucionado pela polícia. Coloquei os óculos para lê-lo. Infelizmente não era um bilhete, era uma aviso de corte da Coelce. As coisas estão muito paradas ultimamente.
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